Brincadeiras que vem e vão.

Gente, vamos combinar: ser criança é bom demais, não é? Quem não gosta de relembrar brinquedos, brincadeiras, programas de TV, passeios, amigos e tantas outras coisas boas vividas na infância? Tomou banho de chuva, subiu em árvore ou ralou o joelho? Comeu brigadeiro antes do ‘parabéns’? Você foi uma criança calminha ou levada? Sendo de um jeito ou de outro, espero que tenha sido muito proveitoso.

A infância é a fase das descobertas, de conhecer o que o mundo nos oferece e de construção da própria identidade. Mais que isso, é a época de explorar os sentidos, os sentimentos, experimentar sabores, cheiros, texturas, inventar, testar, criar… enfim, há mil e uma possibilidades de ser criança. E não é super bacana ver os pequeninos com os olhinhos brilhando a cada vez que descobrem alguma novidade? É encantador lidar com esse mundo mágico que pode ser a infância!

Tá certo que ainda há muitas crianças, no Brasil e no mundo, que vivem uma realidade não tão mágica assim, e muitas vezes nem se dão conta de que crescem mais depressa do que o comprimento do seu corpo. Só que ainda assim, fica lá no fundinho da alma, desejos e anseios naturais de qualquer pessoinha de pouca idade.

Eu cresci junto com meus primos, minhas irmãs e muitas “amiguinhas”, então sobravam motivos para estar sempre numa brincadeira. São tantas recordações deliciosas, que posso me deliciar sempre que lembrar ou contar para alguém (como agora)! Em vista disso tenho lá as minhas críticas à essa infância moderna, informatizada, apressada, ocupada demais e por que não, mecanizada? Não será solitário demais jogar contra o computador? Por quê estourar plástico bolha no Iphone se é muito melhor sentir nas mãos, as bolhas de verdade? (Eu prefiro o de verdade) Não acham virtual demais jogar futebol por uma tela e nem ter tentado num campo?

Pode até ser moderno, mas penso que tem muita coisa sendo perdida nesse caminho! Voltar atrás pode ser difícil, pois hoje em dia tudo é deletado com facilidade e as mídias são descartáveis. Então, acredito que só nas memórias humanas esses tipos de arquivo são ‘indeletáveis’, e o mais importante, jamais será perdido: a alegria, o aprendizado e a emoção de ter explorado um mundo de verdade com pessoas reais!

Fotos: Edição Alto do Salto

Enviado por: Camile Araújo

Anúncios

Sobre Alto do Salto

Somos muitas e, ainda assim, uma só.
Esse post foi publicado em Especial e marcado . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s