A roupa certa com as pessoas erradas

Cineminha marcado há uma semana com aquele gato que você está afim há tempos. Pensamento que impera faltando trinta minutos pra ele te buscar: COM QUE ROUPA EU VOU?!

Você já revirou o guarda-roupas de ponta cabeça, provou uma centena de blusas, vestidos e apelou pro estoque da sua mãe. Nada cabe ou combina: é curto demais, folgado demais, brega demais, não casa com o salto, só dá certo com o brinco, se colocar tomara-que-caia vai ter mudar o penteado, se for vermelho vai ter que refazer a maquiagem, se vestir branco vai ter trocar o sutiã, e aquela peça exige meia-calça. SOCORRO! Alguém pára o mundo, congela o tempo, desce um anjo do céu e me penteia!

Outro dia marquei de sair com o amigo de uma amiga e foi um desses casos pra contar pra neta. Como ainda nem filho tenho, conto pra vocês. Marcamos de sair às 20h, me enrolei e já falei pra ele demorar um pouquinho mais, assistir TV, essas coisas de garoto – esse é o “5 minutinhos” melhorado. Nos bastidores – no caso o meu quarto – foi aquele drama: roupa no chão, na mesa, na cama, menos onde mais importava: em mim! Nessa hora só resta respirar fundo – mas bem fundo mesmo – e vestir uma roupa neutra. Sim, neutra porque aí não tem erro, neh?

Jeans, camisa branca e salto. Tinha como dar errado? Comigo sempre tem essa possibilidade! Pra começar, o salto. Sim, o cara era baixinho. Aí você me pergunta: “mas como você não reparou nesse detalhe no dia em que se conheceram?”. Amigas, não saiam com ninguém que tiverem conhecido enquanto estavam alcoolizadas, isso não costuma sair como planejado… Segundo erro, a camisa. Quando eu to nervosa, preciso usar bolsa. Tenho essa necessidade de ficar mexendo em alguma coisa, abrindo e fechando o zíper, regulando a alça, trocando-a de ombro. A pessoa só pode ter TOC, neh?! Resultado: a camisa ficou toda amarrotada antes de chegarmos ao cinema. Quem passava por mim devia pensar “hmm, safadinha, toda amassada”. Mal imaginam que foi apenas o resultado das MINHAS mãos mexendo na blusa, na bolsa, no cinto… Que situação!

Segundo encontro? Só se eu mudar de blusa e de par, porque pelamor, viu!

😉

Fotos: Reprodução

Enviado por: Rúbia Gondim

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Sobre Alto do Salto

Somos muitas e, ainda assim, uma só.
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