Tattoo conceitual contra o preconceito

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Kim Joon, artista coreano, é fascinado por desenhos sobre a pele. Depois de estudar a tatuagem do ponto de vista antropológico, psicológico e sociológico, chegou à conclusão de que, mesmo esta sendo uma técnica milenar e difundida no mundo contemporâneo, ainda é vista com maus olhos.

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Decidiu então, através de suas obras, ironizar o preconceito contra os tatuados, tatuando corpos com marcas famosas e desenhos psicodélicos, sempre nus e entrelaçados, mostrando coletividade – inclusive na forma de ser e agir. Ao ver as imagens, quase não dá para saber onde começa um corpo e onde o outro termina, sem contar que eles nunca têm cabeça. Filosófico? É a intenção.

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Seus modelos são todos feitos em 3D, não são humanos de verdade. A pintura é toda computadoriza: a tela é o monitor, o pincel é o mouse.

A tatuagem é sempre o foco da arte de Joon, e há várias fotos de suas exposições que podem ser vistas na internet. Só não confundam as séries, pois cada uma trás um ponto de vista diferente.

O conceito citado pertence às fotos de 2006.

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Fotos: Reprodução da exposição de 2006

Enviado por: Rúbia Gondim

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